Na verdade não, não parece que faz todo esse tempo. Que nós vimos pela primeira vez a Pedra Filosofal tão curiosamente. O começo de tudo. A magia, a escola, os amigos, as aventuras, as varinhas balançando no ar. É, pelo menos eu, fiquei maravilhada. Então veio o segundo. A famosa Câmara Secreta fora aberta. De acordo com Dobby, Harry Potter corria perigo, mas não, ele sempre estaria lá pra salvar o dia, não é? Então veio o terceiro, aí sim, que além de tudo o que já tínhamos, ganhamos família. Nós libertamos o prisioneiro. E que aventura, voltar no tempo. Coisa perigosa. Aí, veio o quarto. O Cálice de Fogo. O Torneio Tribruxo. A glória eterna. Talvez muita pressão para um garoto de 14 anos, mas aquele não era qualquer garoto. Era Harry Potter, o menino que sobreviveu, o eleito, o mesmo que mudou nossas vidas pra sempre. Então, veio o quinto. A Ordem da Fênix. E construímos a Armada de Dumbledore, escondidos da Umbridge. Emocionante, não é? Quebrar as regras… E no fim, é, perdemos Sirius, mas aqueles que nos amam, nunca nos deixam de verdade. Em seguida, o sexto. Enigma do Príncipe. A descoberta das Horcruxes. A morte de Dumbledore. Ron e Lilá. O Beco Diagonal praticamente destruído. Nada mais era igual. E enfim, vieram as Relíquias da Morte. Três objetos, que faziam de quem as possuíssem o Senhor da Morte. Voldemort tomava por completo o Ministério. Nem Hogwarts era mais segura. E assim, veio guerra. Tantas mortes, tantas perdas. E assim acabou tudo. O último dos filmes, talvez. Dói tanto, não é? Pensar assim, que de repente tudo pode ter acabado, não vamos poder esperar mais por um filme ou livro. Virar página por página, ansiosos pra saber o que vem a seguir. Agora não temos mais isso. Mas não é por isso que devemos esquecer a saga que marcou nossos corações. 15 julho de 2011, uma data que nenhum Potterhead esquece. A data em que Harry Potter virou lenda.
Que a felicidade não dependa do tempo,
nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro.
Que ela possa vir com toda simplicidade,
de dentro para fora, de cada um para todos.
Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir.
Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo.
Que tenham ideais e medo de perdê-lo.
Que amem ao próximo e respeitem sua dor.
Para que tenhamos certeza de que
“Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”.
nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro.
Que ela possa vir com toda simplicidade,
de dentro para fora, de cada um para todos.
Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir.
Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo.
Que tenham ideais e medo de perdê-lo.
Que amem ao próximo e respeitem sua dor.
Para que tenhamos certeza de que
“Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”.
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| — | Carlos Drummond de Andrade (via adatainesquecivel) |



